Procurar ajuda. Não "dourar a pílula". Fazer yoga.

02/03/2020

Juntos, a terapia, a medicação e o yoga podem fazer a diferença na vida das pessoas.

Stress, ansiedade, distração, hiperatividade. É inegável o sofrimento psíquico que estas sensações causam na qualidade de vida das pessoas, com consequências tangíveis no nível social e físico. É legitimo, portanto, a procura por ajuda de profissionais especializados na psique humana, como psiquiatras e psicólogos, a fim de amenizar a angústia que tais sensações são capazes de proporcionar.

Em muitos casos é necessário o uso de medicamentos. E tudo bem. Por mais que exista grande divulgação sobre o exagero de prescrições (e existe mesmo, a meu ver!) a medicação não deve ser "demonizada".

Anos e anos de pesquisa já comprovaram a eficácia da medicação no alívio de transtornos psíquicos. Ela pode, de fato, "estancar a ferida". Ajudar.

Importante, entretanto, compreender que uma vez "estancada a ferida" e necessário ir a fundo no seu tratamento.

Em outras palavras, é não deixar "dourar a pílula", apoiando-se somente na medicação pois ela não resolve tudo. (longe disso, aliás). É também ser proativo e buscar práticas que possam potencializar o tratamento que está sendo realizado. E a yoga, por se tratar de uma ciência do autoconhecimento, se apresenta como uma boa opção neste processo.

Ela é uma filosofia prática que trabalha a correlação entre corpo, mente e espírito. Através de posturas físicas e práticas respiratórias, exercícios de concentração e relaxamento, o praticante consegue ter uma maior autonomia sobre seus sentimentos, sobre si mesmo. (além de uma série de outros benefícios como melhora na consciência corporal, redução do stress e ansiedade, melhora na concentração, etc.).

O tratamento, portanto, inicia-se pela terapia, passa pela medicação e potencializa-se na prática do yoga!

Namastê-lo